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Minecraft Pelo Olhar de Uma Mãe Com a ajuda de minha filha e alguns amigos estou tentando entender o sucesso de Minecraft

Hoje me pediram para escrever um artigo de última hora e eu não tinha noção do que colocar aqui. Maaas, como toda boa mãe moderna que se preze, tive a brilhante ideia (com a ajuda do meu amigo Bruno, confesso) de contar a experiência dessa que vos fala com um viral: MINECRAFT. Claaaro que o que importa é minha humilde opinião, então, para variar o “ME CONDENEM”, vou sugerir que leiam e pronto e acabou.

Enquanto trabalho, já que trabalho em casa, presto atenção no que minha filha está fazendo. Em boa parte das vezes, ela está assistindo vídeos no YouTube e eu não consigo entender a empolgação do carinha que fica falando“pessoal, eu vou falar um negócio para vocês: eu estou no bioma que eu queria!”… ou “já temos uma galinha, várias galinhas!”(no canal Jazzghost). Me obriguei a pesquisar sobre o jogo, assistir alguns vídeos e o melhor: tentar absorver o motivo das crianças gostarem disso (tive a grande ajuda da minha filha – obrigada e mamãe te ama).

Vamos lá! Minecraft é um jogo eletrônico, em primeira pessoa, e tem a escolha de modo single-player (um jogador) ou multi-player (multijogador). A ideia é basicamente essa: você tem um mundo feito de blocos e precisa construir – ou destruir – a sua vida online. Para os mais velhos, como eu, seria como um Lego… lembra, aqueles bloquinhos caaaaaros que nós montávamos e desmontávamos a nosso bel prazer e desmanchávamos e reconstruíamos? Então, é isso.

O criador dessa maravilha foi o Markus “Notch” Persson, o desenvolvimento do jogo começou por volta do dia 10 de maio de 2009 e a “jogabilidade” foi baseada nos jogos Dwarf Fortress, Dungeon Keeper e Infiniminer (não conheço nenhum dos três… fica a dica para sua pesquisa).Como é muuuito legal, ganhou o prêmio VGA 2011 de jogos independentes.

Agora… me fale a graça que você viu nisso. Pois é, existe gente que realmente vê graça (minha mãe sempre disse “o que seria do vermelho se só gostassem do amarelo?”). Pedi a singela opinião de pessoas que entendem do assunto: expectadores, jogadores e da fantástica Karol, do canal Hey Karol, que grava suas experiências jogando esse joguinho maneiro.

De acordo com o expectador – “a” expectadora (Anna Júlia, 10 anos), a graça está em assistir o jogador construindo e destruindo as coisas, matando monstros, matando animais… “Minecraft é meio que uma vida real numa tela em um jogo todinho de blocos”. Tá, né?

O Lucas, meu sobrinho lindo que não reclamou nem um pouco em me ajudar também, é ex-jogador e deu uma ideia legal de como é o jogo para ele, tipo… “é online; é muito mais legal quando os amigos jogam também; auxilia no pensamento e criatividade de pessoas mais novas; você pode criar o que você quiser; e você pode criar uma aventura com um objetivo que você mesmo traça”. Essas são palavras dele e, se ele disse, é verdade.

O Pedro, jogador e amigo da Anna, é youtuber e tem um canal chamado Pedro gamer 2017. Foi ele quem deu as dicas de pesquisa, porque ele entende tudo, porque ele é viciado no jogo e porque sim. Ele gosta, simplesmente gosta. Acha divertido, acha o jogo inteligente. Certo, moço.

Para a Karol, o Minecraft é amplo demais e, se você tiver imaginação, você pode criar o que você quiser. O jogo oferece mods, que te permitem modificar o jogo, te dando a possibilidade até de ter seu próprio Pokémon, por exemplo. A youtuber recomenda imensamente que os pais se proponham conhecer, já que trabalha com a imaginação da criança e pode ajudar, inclusive, no desenvolvimento intelectual dos filhos.

Certo, é bacana mesmo. Ensina a trabalhar em equipe, ensina matemática, conceitos de programação, economia, é um jogo de valor acessível e é para todas as idades e tamanhos. Mas… confesso. Não consegui terminar de assistir um vídeo sequer. Sério, é muito chato.

De toda forma, para a felicidade geral da nação, farei o meu melhor em uma partida supimpa de Minecraft e, se eu for bem, compartilho com vocês depois. Vá vá, tentem jogar também. Se as crianças gostam, deve ser legal. Liberem a criança que existe dentro de vocês e mãos à obra!

Nota do editor: A gente percebe o quanto a pessoa é gamer (ou não) quando ela escreve JOGO ELETRÔNICO. ¯_(ツ)_/¯

Estela Fiorin
Estela Fiorin
Louca das tatuagens, absolutamente canceriana, exacerbada por paixão, aventureira, ridiculamente risonha. Aficionada por livros, músicas e filmes. Mãe da Anna Júlia e escritora principiante.

2 thoughts on “Minecraft Pelo Olhar de Uma Mãe Com a ajuda de minha filha e alguns amigos estou tentando entender o sucesso de Minecraft

  1. Interessante conhecer o Minecraft por aqui, uma vez que não tenho uma Anna Júlia por perto…rs… Muito bom! …o artigo.

Obrigado por comentar! =)

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