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GoArt 2017 | Veja como foi o evento! Muito tatuador, muitos tatuados e eu, brincando de entrevistar.

Sobre o GoArt: eu esperava mais. Sério. Vocês viram aqui? Um evento pequeno, comidas caríííssimas, bar então, nem se fala! R$15 pila numa vodka com energético… eitam…

Claro, comes e bebes realmente estavam caros, mas nada que seja relevante. Pense num evento colorido! Muita, mas muuuuita gente tatuada E tatuando. Povo de São Paulo, Anápolis, Goiânia, Brasília… Brasil afora.

Conversei com alguns tatuadores e recebi algumas críticas, tipo… eles disseram que sentiram falta de algumas categorias como “revelação”, “feminino” ou “costas”. Ouvi reclamações também sobre a falta de outras coisas legais, como suspensão.

Apesar da discotecagem estar até massa, não fez muita diferença. O pessoal preferiu ficar na área externa e tinham uns poucos ouvintes no salão. Pô, gente, vocês poderiam ter apreciado o que o evento teve de bom! Senti falta de bandas de verdade, mas estava legal.

Nessa brincadeira, conhecemos o Robert, mais conhecido como Kalango. Acreditem: ele tem 98% do corpo desenhado e é o cara mais tatuado de Brasília! Tem até uma foto minha com ele, olha só!

Bacana também foi a exposição da fotógrafa Noêmia Elisa. Sério, tirei o chapéu, está de parabéns, dona Noêmia!

Num contexto geral, o GoArt foi legal… Não tenho nada do que reclamar. Que venha o 2018 (Será?)!!

NOTA: o mais incrível foi que a organização errou uma das premiações… eles entregaram o prêmio para um tatuador, sendo que outro havia obtido mais votos… Mancada, produção! Vamos melhorar isso aí!

Estela Fiorin
Estela Fiorin
Louca das tatuagens, absolutamente canceriana, exacerbada por paixão, aventureira, ridiculamente risonha. Aficionada por livros, músicas e filmes. Mãe da Anna Júlia e escritora principiante.
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